Eu já decidi: quando crescer, quero ser igual à Martha Medeiros. Não que eu a conheça bem, não sei nada sobre a vida dela, mas isso também não me interessa muito. Só quero escrever como ela. Sua coluna na Revista O Globo é leitura obrigatória pra mim aos domingos. E olha que aos domingos dá aquela preguiça de ler jornal... É incrível como ela sempre tem uma observação inteligente pra fazer sobre algo completamente banal ou sobre um livro bacana que ela está lendo (ela sempre está lendo um livro bacana e aí eu fico me perguntando por que eu perco tanto tempo vendo televisão).
É muita perseguição
Perdoem-me o comentário atrasado, mas essa semana foi uma correria danada, nem tive tempo de postar. Anyway... Nos episódios do crossover de Private practice e Grey's anatomy de semana passada, descobriu-se que o irmão da Addison estava com parasitas no cérebro e ela resolveu apelar para o ex, Derek, para operá-lo. Aí foi aquele drama, coisa e tal, final feliz, oba. Mas a pergunta que não quer calar é: por que diabos ele tinha que pegar os parasitas depois de comer uma fruta mal lavada no México??? Não podia ser em casa, mesmo? Gente, já não basta a gripe suína, tudo agora é culpa dos mexicanos???
Caminho das Índias
O que teria acontecido se o grande Michael Jackson não tivesse pirado, feito um monte de plásticas e se transformado no ser bizarro que é hoje, e fosse passar uma temporada na Índia? O hit Thrillher seria assim:
Meninos, eu vi

Na verdade, faz mais de uma semana, mas a matéria só foi publicada hoje... Então, pessoas, quem ainda não foi assistir a X-Men origens: Wolverine (pirata, não, por favor!), podem ir sem medo. Ah, e quem sabe a gente não esbarra com o Hugh Jackman por aí, hein? :)
Futuro do pretérito
Como eu passei o fim de semana de folga (e desconectada), só agora vou postar sobre o filme que eu revi na sexta-feira (ver filme antigo em dia de folga é o máximo, a-d-o-r-o!): De volta para o futuro 2. Gente, eu não lembrava que o "futuro" era logo ali, em 2015! É hilário perceber que daqui a seis anos, não teremos ainda carros voadores, roupas que se ajustam e se secam sozinhas e as crianças não vão andar por aí em skates sem rodas. Tudo bem, as videochamadas já são uma realidade, mas a gente ainda usa o bom e velho telefone, não é mesmo?
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