Entrevista com os vampiros



A perfeição mora nos pequenos detalhes. E é esse tipo de cuidado que faz o diferencial de um programa. Ontem, assisti ao segundo episódio da série True Blood. Perdi o primeiro porque não tenho HBO em casa, mas já tinha lido alguma coisa a respeito, e aí não fiquei boiando tanto. É mais ou menos assim: com a criação de um sangue sintético, o Tru Blood, vampiros e humanos agora conseguem conviver em sociedade. Mas nem tudo é tão simples quanto parece - numa batalha muito similar à dos mutantes em X-Men, os dentuços lutam para terem seus direitos reconhecidos e acabarem com o preconceito contra eles. 

Em meio a isso tudo, a protagonista Sookie (Anna Paquin) começa a se interessar por um deles. Até aí, tudo muito bom, tudo muito bem, mas sabe o detalhe do qual eu falei lá em cima? Então, numa cena absolutamente banal, a câmera se demora um pouquinho sobre um jornal largado em cima do sofá de um dos personagens secundários com a seguinte manchete: "Angelina adota um bebê vampiro". Sensacional.

Obs.: A Anna Paquin sempre teve aquele sotaque horroroso e eu nunca percebi?
Giselle de Almeida

Se eu fosse você, eu iria ao cinema



Na segunda tentativa, finalmente consegui assistir a Se eu fosse você 2, o filme que atualmente está bombando nas bilheterias brasileiras. No fim de semana de estréia, não consegui ingresso. Dessa vez, cheguei mais cedo pra garantir o lugar. E olha que, mesmo sendo em cinema com lugar marcado, tinha fila pra entrar! E o filme realmente é muito bom. As ótimas atuações de Tony Ramos e Glória Pires se mantêm, mas o que faz diferença mesmo nessa continuação é o roteiro - ainda melhor que o anterior, com piadas afiadas e situações interessantes. 


Já que a história da troca dos corpos não era novidade pra ninguém, a saída foi explorar outras possibilidades (ainda que não 100% originais): casal em crise, filha adolescente grávida... Mas funciona. O ritmo da história também é bastante ágil e o elenco de apoio é sensacional, especialmente Chico Anysio, que arrasa mesmo numa participação pequena. Boa opção para quem quer se divertir no cinema.
Giselle de Almeida

Muito barulho por nada



Atualizando o post aí de baixo, finalmente consegui ver 24 horas: A redenção. Primeiro comentário: esse título é horrível de tão brega. Em segundo lugar, esse telefilme (que aqui no Brasil chegou primeiro em DVD) só serve mesmo para quem acompanha a série e estava morrendo de saudade do Jack. Porque a trama não faz sentido sozinha, não é um filme propriamente dito. Na verdade, é um episódio esticado de duas horas, sendo que... vale por meio. Cadê a UCT? E aquele barulhinho de telefone que eu adoro?

Tudo bem, o Bauer tá na África, se voltar pros EUA corre o risco de ser preso, coisa e tal, mas ficou faltando a movimentação do "lado de cá". O que se mostrou na América foi a posse da presidente - isso mesmo, uma mulher. 24 horas, que é um seriado visionário, já colocou um negro na Casa Branca antes, muito antes de Barack Obama (David Palmer vai ser sempre o primeiro pra mim!).

Robert Carlyle está muito bem no filme, mas Jon Voight tem uma participação apenas discreta. Claro que o filme termina com gancho para a próxima temporada da série, e a história promete. Mas ficou um gostinho de quero mais. Nem deu tempo de o Jack torturar ninguém...
Giselle de Almeida

Já vai tarde


Gente, até eu, que não sou noveleira, reconheço que "A favorita" tá bombando. A Flora é uma das piores vilãs de todos os tempos da teledramaturgia brasileira, mas eu quero que ela morra mesmo é pra não ter mais que ouvi-la cantando Beijinho doce...


Giselle de Almeida

Todos querem o Jack Bauer


Por que todo mundo teve a mesma idéia que eu? Não sobrou uma copiazinha sequer de 24 horas: A Redenção nas prateleiras das locadoras do último fim de semana... Snif, snif...
Giselle de Almeida