Mostrando postagens com marcador Meme. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Meme. Mostrar todas as postagens

Pra chinês ver

Então, a Nayra deixou um meme pra mim lá no blog dela (e, admitamos, já tava na hora de eu voltar a dar as caras por aqui, né?). Seguinte: ela quer saber quais as cinco coisas mais sem-noção das Olimpíadas de Pequim. Vamos lá.

1 - Dormir às 3h da manhã e estar de pé às 9h pra acompanhar a transmissão dos Jogos e achar que isso é a coisa mais natural do mundo.

2 - Galvão Bueno. Sempre. Em qualquer ocasião. Na final do futebol feminino, ele repetia sem parar uma frase que aprendeu em chinês (deve ser a única, tadinho). Aliás, como é que se diz "Cala a boca, Galvão!" em mandarim mesmo? E ele insistindo em falar com a avó do Cesar Cielo, a mãe da Marta etc? Ninguém merece. Eu não mereço.

3 - O bate-boca do Bernardinho com Bruno e Gustavo durante um treino. Micaço desnecessário. Esse cara precisa de terapia...

4 - A Larissa, do vôlei de praia, justificando uma derrota, dizendo que estava "preocupada em fazer gentilezas" para a Ana Paula. Vem cá, alguém explica pra ela que Olimpíadas é coisa séria? É mais bonito admitir que não houve entrosamento entre a dupla e ponto. Todo mundo tá cansado de saber que ela é uma boa jogadora, não precisa vir com desculpa esfarrapada.

5 - Estarmos perdendo no quadro de medalhas para Bielorrússia, Cazaquistão e Zimbábue. Ainda bem que nuestros hermanos argentinos estão piores que a gente!

Faça você mesmo

Desiludido com os rumos da atual música pop? Acha que todas as bandas parecem iguais? Cansado de ouvir toda semana que surgiu a salvação do rock? Seus problemas acabaram! Agora, você pode criar a sua própria banda. Explico: passando pelos blogs da Rapha e da Nayra, vi um meme diferente e resolvi brincar também. E o álbum da minha banda é esse aí em cima.

E aí, ainda quer entrar para a Billboard e ser capa da Rolling Stone? Então siga os passos a seguir:

#01. Acesse http://en.wikipedia.org/wiki/Special:Random - o título da primeira página aleatória que aparecer será o nome da sua banda.

#02. Vá para http://www.quotationspage.com/random.php3 - as últimas quatro palavras da última frase da página formarão o título do seu disco.

#03. Acesse http://www.flickr.com/explore/interesting/7days/ - a terceira foto, não importa qual seja, será a capa do seu disco.

Pra criar um clima, um rápido bate-papo com o vocalista da Wattendorf:

Vocês esperavam todo esse sucesso?
Não, de jeito nenhum. Começamos só por diversão e, quando vimos, já estávamos fazendo shows por toda a Alemanha com casa lotada. Com o lançamento das músicas na internet, descobrimos que somos conhecidos também em outros países. Isso é fantástico.

O que mudou na rotina de vocês depois que estouraram?
O lado bom é o reconhecimento do público. O ruim é a falta de tempo para a família e a falta de privacidade.

Vocês pretendem fazer algum show no Brasil?
Estamos ansiosos para nos apresentarmos aí. Sempre ouvimos que as praias são lindas, e as mulheres, maravilhosas. Além disso, dizem que o público é muito caloroso.

Nota do blog: A entrevista publicada é fictícia. Qualquer semelhança é... mera coincidência.

Quem lê sabe mais

A Rapha ainda não sabe, mas eu odeio correntes. Quebro todas que me mandam, tem até uma comunidade no Orkut pra isso e (adivinhe!) eu faço parte dela. Mas ela deu sorte que eu estou boazinha e vou escrever o meme que ela me mandou lá no blog dela. A idéia é a seguinte: escrever sobre os cinco livros que eu mais gostei e o que eu mais odiei. Descobri que não é tão fácil quanto parece.

Top 5

Reinações de Narizinho, de Monteiro Lobato. Escolhi esse, mas poderia ter citado qualquer um do Sítio do Pica-Pau Amarelo. Afinal, essa foi a minha primeira paixão por literatura. Adorava todas as aventuras dos personagens, em especial a Emília. Quando ela abria a sua "torneira de asneirinhas", dizia as coisas mais inteligentes (e divertidas) do mundo. Ainda tenho uma coleção inteira lá em casa. Não cheguei a ler todos, mas lembro que emendava um livro no outro. Também adorava Os doze trabalhos de Hércules, mais aí a lista passaria a ser Top 6, 7, 8...

Harry Potter, de J.K. Rowling. Impossível não falar no bruxinho, que foi uma das minhas mais recentes obsessões. Comecei a ler com uns três anos de atraso e viciei. Lembro que teve dias em que eu nem queria sair de casa antes de saber o que ia acontecer no próximo capítulo! Eu simplesmente não conseguia! Como a Fabi, também gosto muito da trama do terceiro, mas acho que a partir de HP e o cálice de fogo, a história ficou mais sombria e Rowling passou a escrever bem melhor. (Lembrei agora que a leitura do sétimo ainda está pendente e estou devendo um post sobre isso. Melhor pular para o próximo livro)



Crime e castigo, de Fiodor Dostoiévski. Esse eu li não faz muito tempo. Peguei um exemplar bem velho numa biblioteca, ao acaso, e comecei a lê-lo durante as longas viagens entre casa e trabalho. Li pela curiosidade, por se tratar de um clássico, e não imaginava que fosse mexer tanto comigo. Achei a tradução bem ruim e não conseguia decorar aqueles nomes complicados. Mesmo assim, é impressionante ler um relato de um crime e acompanhar a trajetória do assassino, com todas as suas idas e vindas psicológicas. E olha que estamos mais do que acostumados a ver crimes nas páginas dos jornais. Bom saber que a nossa sensibilidade ainda não foi pro espaço.

Histórias extraordinárias, de Edgar Allan Poe. Eu adoro esse autor. Acho suas histórias fantásticas, criativas, originais. Sombrias, é verdade, mas sempre muito interessantes. Li alguns de seus contos numa coletânea há algum tempo e fiquei apaixonada. Bem depois, passeando numa livraria descobri essa antologia, organizada pela Clarice Lispector.






Poemas escolhidos, de Fernando Pessoa e heterônimos. Esse eu já comentei em sala, né? :P








And last, but not least...

Taí, penei pra achar um livro que eu odeie. Isso porque se eu não gosto da leitura (ou não tenho paciência pra ela), simplesmente abandono o livro. Mas serve um que tenha me decepcionado?

Murder on the Orient Express, de Agatha Christie. Esse foi o primeiro livro que li em inglês. Tinha uma edição bem velha lá em casa e sempre batia aquela vontade de ler, mas nunca me achava preparada. Até que um dia, encarei o desafio: achei melhor não consultar o dicionário a toda hora para não atrapalhar a leitura e segui até o fim, aos trancos e barrancos. Fiquei orgulhosa de mim mesma. Ao mesmo tempo, quebrei a cabeça para descobrir o tal do assassino. Só que o final é uma tremenda decepção. Original, dirão alguns. Pra mim, totalmente frustrante.